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8 de fevereiro de 2011

A felicidade é um estado mágico e duradouro?

Recebi outro e-mail "daqueles" que vale a pena publicar aqui, porque é a cara do "Diálogo de Mulheres" e tem tudo a ver com as últimas conversas que venho tendo com uma amiga-irmã. Tenho certeza que ela vai assinar embaixo.

O texto é de Leila Ferreira, jornalista, apresentadora de TV e autora do livro "Mulheres - Por que será que elas...?", da Editora Globo. Eu cortei pequenas partes para não ficar muito extenso, porém isso não prejudicou o entendimento da mensagem que o texto almeja passar. Quem quiser ver na íntegra, é só jogar no Google (simples assim!).

Bem, o texto fala sobre felicidade. Hummm... Sem mais o que comentar.




Minimamente feliz - A felicidade é mesmo
um estado mágico e duradouro?

A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'. Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos, mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam. Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.



3 de fevereiro de 2011

Vai deixar a vida te levar?



Se tem algo que não consigo entender é quando alguém diz: "eu deixo a vida me levar...". Ou melhor, entendo, sim! Mas é uma compreensão exagerada, talvez...

Sempre acreditei que nós temos o poder de interferir no nosso destino, pois a vida é feita de escolhas, cada uma delas tem seu preço e o que decidimos hoje ecoa-se pela eternidade. Particularmente, não consigo ficar tanto tempo na "inércia", deixando a vida me levar por caminhos que, muitas vezes, não quero pra mim. Posso até, por fraqueza ou impedimento de qualquer outra ordem, permitir que a "vida me leve" provisoriamente, mas não por tanto tempo.

Então me levanto, me sacudo, me posiciono... Grito "alto lá!". Sim, eu sou protagonista da minha história. Sou eu quem decido que rumo tomar.

Fico imaginando quão monótona deve ser a vida de quem "deixa a vida levar".  A pessoa está ali, às vezes parada, às vezes indo para onde "o vento está soprando", vivendo o que aparecer, sofrendo com o não sei o quê... "Esperando a morte chegar" - e talvez a pessoa já tenha morrido e não sabe! Alô, tem alguém aí?

Em compensação, quem "leva a vida", torna-se líder de si mesmo. Desfaz-se dos problemas, cria outros, perde a guerra, vence a batalha, grita, chora, ri... Mas está ali bem consciente do que quer para si e onde quer chegar. Não há história triste que não possa tomar um rumo diferente. Não há situação complicada que não possa ser resolvida. Não há lamento que não possa se transformar em canto... Só depende de você.

Vai deixar a vida te levar?

O amanhã só começa para quem decide se levantar.

22 de janeiro de 2011

Ele quem mesmo?

Recebi o texto abaixo de uma amiga minha. Não sei quem é a autora (e nem minha amiga sabe). Mas achei muito bom e é a pura verdade: quando cuidamos de nós mesmas e decidimos ser feliz, percebemos o real significado de ser "sol(in)teira". 

Sim, ser solteira é isto: é ser inteira! 
É amar a nós mesmas, é ser feliz com nossa própria companhia, é nos sentirmos plena, sem precisar transferir para outra pessoa essa responsabilidade. Ninguém pode ser responsável pela nossa felicidade, além de nós mesmas! 

Quando alcançamos essa percepção e a vivemos, aprendemos a gerir as expectativas de um relacionamento que apostamos, investimos e... Não dá certo!

Aprendi que o sucesso de uma relação não depende só de uma pessoa querer, apostar, investir. Se você fez tudo isso e ainda acredita ser a melhor companhia que a outra pessoa poderia ter, então, querida, levanta a cabeça, sacode a poeira e dá a volta por cima. 

O que você "acha" que perdeu agora, pode ser o motivo do seu sucesso na próxima relação.

Vamos ao texto...




Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo "olha, não dá mais".

Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu "mas agora eu tô comendo um lanche com amigos".


Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não voltava pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema.


Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito.

Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. 

Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor e então resolvi que tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim. Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida.

Voltei de viagem e tchân,tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.


Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas mil vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de Roteiro, Astrologia e História, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.


Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.


O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher que eu acabei me tornando mulher demais para ele.


Ele quem mesmo?

17 de janeiro de 2011

Meu caminho

"Tudo na vida tem o seu tempo e o seu caminho.
E o meu agora é outro: é novo, é desconhecido, é estranho. Mas é o meu, o que eu quero e o que tenho que viver."

16 de janeiro de 2011

E me deixe ser assim...


"Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a gentileza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente."

(Coração na boca - Facebook)

12 de janeiro de 2011

"Você pra mim é problema seu"

Convenhamos, há pessoas e pessoas.

Umas marcam, somam, multiplicam. Mesmo distantes, estão ali fazendo sua parte, deixando sua história e fazendo sua história por onde passam. Chegam discretamente, tocam eternamente. Excelentes lembranças. Nenhuma cicatriz na alma.

Pessoas que fazem a diferença!

Outras subtraem, dividem, marcam... Negativamente. Mesmo distantes, ainda deixam um rastro negro por onde passam. Chegam em algazarra, confundem, enganam, mentem, manipulam.
Péssimas lembraças. Eterna cicatriz na alma.

Pessoas que destróem a diferença...


Para essas, simplesmente digo - "você pra mim é problema seu".

E ponto final.

5 de janeiro de 2011

Dois mil e OUSE... Com Clarice Lispector!

"Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
 - E daí? Eu adoro voar!"


Clarice Lispector

4 de janeiro de 2011

Planos

2011 começou
Decidi não mais repetir o passado

Vou experimentar
Inovar
Ousar
Sair "da caixa"

Viver...
Arriscar...
Tentar...
Amar...

E ser feliz!

29 de dezembro de 2010

Sem medo de alcançar as estrelas

Poucos dias para mais um novo ano.
Lembro-me dos mesmos dias há um ano atrás.
E hoje, tudo diferente.
Como nossa vida muda em tão pouco tempo!

Muitas experiências, frustrações, planos que deram certo e os que não deram, muitas alegrias, surpresas, apoio de pessoas especiais, muitas lágrimas, ansiedade...
"Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi"!!!
2010, um ano de fortes emoções.

Iniciativas que me libertaram do medo de romper, do medo de voar.
Descobri que a felicidade está em minhas mãos. Bastou eu decidi ser feliz e a decisão virou ato, o ato virou fato! 


Um pouco de ousadia e muita fé em Deus, que me guardou como a "meninas dos Seus olhos". Essa foi a minha "receita" e que passará a ser a regra para o próximo Ano Novo!


Agora é prosseguir, sem medo de alcançar as estrelas...

23 de dezembro de 2010

"Quando me amei de verdade"... A pura verdade!

Recebi esta mensagem cinco vezes no meu e-mail só essa semana e de diferentes pessoas. Sempre apagava, pois não suporto e-mails que vêm em formato de apresentação em PowerPoint. Na quinta vez decidi abri para ler... Vai que era o "destino" querendo dizer alguma coisa?! E disse!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa que não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin

21 de dezembro de 2010

Sobre relacionamentos saudáveis... Posso falar?

Posso não ser a melhor pessoa para falar sobre o que é uma relação saudável, afinal, sou recém-separada judicialmente – e sem a menor chance de reconciliação! Mas devo admitir que aprendi alguma coisa com os relacionamentos que tive. E o casamento foi um laboratório e tanto!

Para início dessa conversa, vou registrar a definição de relacionamento, segundo o dicionário Aurélio: “Ligação de amizade, afetiva, profissional etc., condicionada por uma série de atitudes recíprocas”.

Gostei do termo que destaquei propositalmente (atitudes recíprocas), pois remete à troca. E relacionamento é isto: uma via de mão dupla. Ou seja, as pessoas envolvidas devem dar e receber, reciprocamente. Devem, sobretudo, saber falar e saber ouvir, reciprocamente.

O problema é que tem muito casal feito de uma só pessoa: apenas uma pessoa cede, apenas uma dá, apenas uma recebe... Apenas uma fala e a outra obedece. 

Isso NÃO É uma relação saudável!

Relacionamento tem que ser baseado no “nós”, sem desconsiderar o “eu”. Pois relacionamento de verdade implica em três pessoas – ele, ela e a relação. 

O que é bom para ele? O que é bom para ela? O que é bom para relação? Quem vai prevalecer? Quem vai ceder agora? E da próxima vez?

“Ele” pensa e se preocupa com “Ela”. E vice-versa. Os dois pensam e se preocupam com a relação. E vice-versa também! E se tem um quarto, quinto, sexto elemento (filhos), mais uma vertente para se pensar e se preocupar. A roda das “atitudes recíprocas” aumenta. Mas o importante mesmo é todos serem cuidados, equilibradamente.

Mulheres, cuidado! Em nome da vocação para ser “mártir”, ou “Amélia”, cedemos tanto, abnegamos tanto, doamos tanto... E não sobra nem a gente mesma! Esquecemos quem somos, do que gostamos, e até o que comemos. Mas sabemos perfeitamente quem é o outro, do que ele gosta e o que ele comeu dez dias atrás. 

Relação sem “eu”, não é relação!

Algo muito comum nas relações é tomar decisões baseadas na carência e no desespero. Outro perigo! O problema é que isso é feito, geralmente, de forma inconsciente, pois poucos admitem suas fraquezas. A consequência é a inversão de papéis: mulheres que se tornam “mães” dos maridos, ou eles que se tornam “pais” de suas mulheres. E tem ainda decisão precipitada de casar-se porque  “a idade tá chegando”, “a família tá cobrando”,   “tá todo mundo pressionando”... Pára o mundo que eu quero descer!

Decisão baseada na emoção (qualquer que seja ela – carência, desespero, paixão...) quase sempre está fadada ao insucesso. Eu aprendi a “duras penas”: emoção não pensa, não equilibra as coisas, não pondera. Emoção é instável, vulnerável... Irracional.

Relação saudável toma decisões saudáveis – para todos! Nem que seja necessário esperar o “fogo” baixar, a emoção acalmar, a paixão esfriar e aí sim, decidir, racionalmente, pelo bem comum: dele, dela e da relação!

Enfim, relacionamento é uma arte! Envolve sentimento, mas também envolve uma parcela significativa de razão para escrever uma história linda e de sucesso. Nesse palco, todos são protagonistas, não deve haver coadjuvante. E nem inversão de papéis...

11 de dezembro de 2010

Acordar


Você sabe o que significa acordar?
Vamos fazer uma brincadeira e separas em sílabas a palavra acordar:

A - COR - DAR

Viu? significa dar a cor. Colocar o coração em tudo que faz.

Existem pessoas que acordam às 6h da tarde.
É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem "acordar".


Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse:
- Descobri que estou na profissão errada.
E ele já estava se aposentando...
Imagina o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".

Eu na época era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me dizendo naquele momento.
Por mais cinzento que posso estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe porque?

Porque a vida tem a cor que a gente pinta.

O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele esta ali, esperando que eu ou você façamos com que  seja o melhor de nossa vida.

Os meus dias são os mais lindos da face da terra, porque eu os faço os mais lindos da face da terra.

Acredite em você. O universo é o limite!

Dê - se a oportunidade de A - COR - DAR todos os dias e compartilhar com os outros o que DEUS nos dá de melhor: o privilégio de ser e fazer os outros felizes!

(autor anônimo)

9 de dezembro de 2010

Sempre Drummond


A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
                                                                              
 Carlos Drummond de Andrade

Li hoje e adorei!


(...) A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos. 

Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece. 

Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e 'ganhar tempo', pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar. A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante. 

Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe. Afinal, a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos. 

Parte do texto de Alexandre Garcia

29 de novembro de 2010

O valor da simplicidade e a alegria da ingenuidade

Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece.

(Retirado do aplicativo Coração na Boca, Facebook)



28 de novembro de 2010

Aprendi por aí... Que sem lutas não há vitória!


Tudo que vem fácil, vai embora fácil. O sabor das conquistas está nos desafios. Quanto maior eles são, mais saborosa é a vitória...

Conquistas superficiais não nos fazem crescer. Por isso, acredito que ainda vale a pena lutar por algo ou alguém que você acredita. Quem não se envolve, não se desenvolve.

Aprendi por aí... Que histórias formam meu caráter

“Todas estas histórias fazem de mim quem eu sou. Mas insistir nestas histórias negativas é planar minha experiência e esquecer tantas outras histórias que me formaram.” 

(Chimamanda Adichie)

27 de novembro de 2010

Aprendi por aí... Que a vida lá fora me chama!

"Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa. Descobri. Ou melhor, aceitei: eu nunca vou esquecer o amor da minha vida. Nunca. Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora me chama!" (Autor anônimo)

12 de agosto de 2010

Para quem gosta de calçados...



Mulher que é mulher sabe a "importância" de se ter um scarpin. Seja ele preto, vermelho, azul escuro, de couro, de plástico, com ou sem acesórios, não importa! Scarpin é uma peça fundamental no look feminino. Ele deixa nosso dia a dia com um ar mais chique, mesmo estando com uma roupa básica. É peça que cai bem em qualquer estilo - despojada, rebelde, executiva ou patricinha.


Outro dia, acordei com aquele "desejo desenfreado" de adquirir um scarpin preto. Básico! Puro ataque de vaidade, ou melhor, necessidade! Precisava dar um "up" no meu visual, mas tinha que ser com algo que fosse BBB - Bom, Bonito e Barato. Saí a navegar pela net - e dá-lhe Google!


Pesquisa preço aqui, pesquisa beleza ali, qualidade e conforto eram itens essenciais. Nestas buscas achei a Calçados  Mariquinha. De imediato gostei dos modelos que apareceram na primeira página. A navegabilidade era fácil, as informações bem localizadas e de fácil acesso. Tudo bem explicado. E, claro, os preços eram mais atraentes ainda! Pensei: "bom, o preço está tão convidativo que vale a pena arriscar. Se o produto for ruim, será a minha primeira e última compra e depois ainda publico no blog bem grande "NÃO RECOMENDO!".

Vi todos os modelos de scarpins, um por um, dando zoom na imagem para conferir os detalhes, depois fiz uma pesquisa de idoneidade do site e parti para o "ataque": 2 scarpins e uma rasteirinha. O site aceita compras no cartão de crédito, boleto e depósito bancário, depósito digital, Pagseguro e PayPal. O que mais me surpreendeu, a agilidade na entrega - em três dias úteis estava recebendo, em minha residência, os  "modelitos" - isso porque optei por encomenda normal e não Sedex. Outro detalhe - desde o momento da efetivação da compra, o site encaminhava um e-mail diário com o status da entrega (onde estava e a previsão de chegada). Pude comprovar a qualidade do material, a minha consciência ficou aliviada e meu desejo mais do que atendido!!!


Para quem gosta de comprar calçados por atacado, aí vai a dica:  Calçados  Mariquinha. Eu recomendo!!!

3 de agosto de 2010

Quem é o sexo frágil?

Li no Facebook e adorei:

"Homem que é homem tem que ter coragem. Coragem pra ser homem. Coragem pra assumir seus defeitos. Coragem pra mostrar suas fragilidades. Coragem até pra terminar um namoro. Ah, me poupem! É muita covardia pra minha cabeça! Você olha e lá estão eles: governando empresas, liderando revoluções, resolvendo questões impossíveis, escalando montanhas, desafiando a ciência e a tecnologia... Mas é só o relacionamento esfriar, a dúvida aparecer e... cadê? Eles viram covardes. Se retraem. Somem. Camuflam o medo com frieza e indiferença. (Qual é o sexo frágil mesmo?)."

2 de agosto de 2010

Ganhei, provei e amei!

Já comentei aqui mesmo neste blog que não sou muito habilidosa quando o assunto é artesanato. Mas adoro peças artesanais, especialmente quando unem beleza, criatividade e praticidade num só produto. Pois bem, há tempos venho acompanhando o trabalho da Frescurith de Mulher e fico "de longe" namorando cada peça produzida ali - bolsas, acessórios, blusas, enfim, tudo que uma mulher precisa. Ou melhor, necessita, porque só uma mulher consegue distinguir muito bem o que ela precisa do que ela necessita. E não se trata de futilidades, é necessidade mesmo!


De tanto apreciar via Orkut e Blog, eis que recebo da minha amiga Luciana Jaber alguns presentinhos M A R A V I L H O S O S que faço questão de compartilhar aqui.


 A camiseta é um charme só! Leve, bonita e com detalhes que fazem toda a diferença, tornando-a ainda mais "fofa". Se eu gostei? Sem comentários....











E esta carteira estilo "vou ali e já volto"?! Isso sim é uma peça bonita, criativa e prática. Usei e foi sucesso garantido. Cabe cheque, documentos, celular, caneta e até um caderninho de anotações. Super recomendado!







A lixeira para carro é outra peça charmosa que recebi. E detalhe - vem forrada com plástico por dentro, o que facilita sua limpeza e conserva sua beleza.








Bom, além das peças acima ainda recebi uma bolsa lindíssima e um porta-celular super prático para quem gosta, por exemplo, de fazer caminhada. Estas e outras novidades podem ser conferidas no Blog - http://frescurithdemulher.blogspot.com/ ou no álbum de fotos do Orkut.

13 de junho de 2010

O dia é dos namorados e não dos "ficantes"

Ontem foi o Dia dos Namorados e fiquei me perguntando - o que pode ser considerado, hoje, "namoro"?
Uma pessoa com quem você fica de vez em quando pode ser considerado um "namoro"?
Um amigo íntimo, ou o famoso "PA" (Pinto Amigo), é "namoro"?

Sinceramente, na minha mania de ver tudo de forma prática, nenhum destes dois casos são "namoro".

Namorado de verdade é quem te assume publicamente, quem te presenteia inesperadamente - apenas com um chocolate ou uma simples flor roubada do jardim vizinho. É quem frequenta sua casa, conhece sua família, sente saudades quando não te vê ou não fala com você... E liga só para dar oi e ouvir sua voz ou aparece de surpresa no seu trabalho.

Namoro é compromisso, respeito, consideração.
É tesão...
Beijo na boca
Toque na mão
Sussurros de acelerar o coração.

É criar pretextos para estar juntos.
É dar e receber - carinhos, cafunés, abraços, selinhos...

Em época de "fast-sexo", definir o namoro ficou complicado.
Quantos, ontem, não sabiam se ligavam para o "ficante" (ou "PA"); se iriam receber ou dar presente; se eram ou não "a pessoa da vez"...

O dia passou, mas a interrogação continuou. Junto com ela, o vazio, a sensação de "não pertencer" a ninguém e o velho consolo - "solteira sim, sozinha nunca". Se é que isso serve de consolo!

Pode até haver sentimento, envolvimento e consideração pelo ilustre (e até mesmo sortudo) "PA". Neste caso, o anseio e a expectativa no dia de ontem era que este "PA" se transformasse no "Príncipe Amado", pelo menos por um dia.

Mas enfim... O dia passou!
Santo Antônio que nos proteja e nos livre, no próximo ano, dos terríveis "PA's".

Vamos namorar, minha gente. De verdade!!!