Tem aquele tipo que adora se fazer de vítima para atrair a atenção das pessoas e, com isso, sentir-se importante. E só desse jeito acha que consegue se sentir importante.
E nesse jeito "vítima" de ser, atrai geralmente quem também é carente de atenção, formando uma simbiose de troca de carências.
E passam nisso muito tempo, meses, anos... Até se perceberem isolados, cada um no seu mundo. Ou melhor, cada um no mundo que o outro criou para acomodar suas deficiências emocionais.
"E assim vão vivendo, sofrendo e querendo esse amor doentio...".
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5 de abril de 2013
28 de fevereiro de 2013
Da série "As pessoas e suas manias" - Parte II
Existem aquelas pessoas adultas, quase na meia idade, que ainda agem como o bebezinho mimado do papai ou da mamãe: se o coleguinha ao lado não brinca como ele quer, ou do jeito que ela acha que deve ser... Pronto! A brincadeira acaba, ou ele mesmo dá um fim no brinquedo.
"Meu o jogo, minhas as regras!". Fácil, né?!
Difícil é aturar esse "bebezinho"...
1 de fevereiro de 2013
Da série "As pessoas e suas manias" - Parte I
Ah... As pessoas e suas manias!
Tem aquele tipo de pessoa que quando está chateada com alguém dá um belo "chá gelado", não entrando mais em contato, não chamando para sair, ou quando é procurada responde com monossílabos.
O engraçado dessa "mania" é que, geralmente a pessoa mede seu "grau de indispensabilidade" pela forma como o 'alguém' reage à indiferença. Quanto mais esse alguém procura, liga, insiste para sair, mais a pessoa sente que é indispensável, e mais o seu ego inflama.
É... Freud explica!
Tem aquele tipo de pessoa que quando está chateada com alguém dá um belo "chá gelado", não entrando mais em contato, não chamando para sair, ou quando é procurada responde com monossílabos.
O engraçado dessa "mania" é que, geralmente a pessoa mede seu "grau de indispensabilidade" pela forma como o 'alguém' reage à indiferença. Quanto mais esse alguém procura, liga, insiste para sair, mais a pessoa sente que é indispensável, e mais o seu ego inflama.
É... Freud explica!
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