Ainda ontem comentava com uma amiga sobre o que as pessoas postam no Facebook, esquecendo-se, muitas vezes, que ali no meio dos seus amigos têm colegas de trabalho, pessoas que são subordinadas a você, clientes, chefes... Se você faz isso no seu próprio mural e esquece esse detalhe, é um problema seu, afinal é você quem administra o que posta e responde por isso. Pior é quando se publica algo constrangedor no mural alheio. Algo do tipo: um vídeo em que a mulher alivia seu mal estar intestinal sem notar que o chefe está atrás dela; ou o vídeo de uma pegadinha simulando um ato obsceno; ou aquelas foto-mensagens indiretas que, verdade, é uma direta com nome e sobrenome de alguém da sua rede social.
Bom, pode até ser engraçado, mas não é algo para se postar no mural alheio, como se ali fosse uma mesa de bar, uma sala de estar íntima, ou uma conversa no pé do ouvido! É para isso que tem a mensagem privada no Facebook que, permite, inclusive, enviar vídeos, fotos e qualquer outra coisa que, na intimidade ou pelo grau de amizade, você rasga o verbo, solta a imaginação, dá o recado sem dó!
Após toda essa discussão, que até foi motivo de risadas, chego em casa e acho este "bendito" artigo: Atenção: pense antes de postar! Ele traz uma ótima reflexão sobre o comportamento online e como isso pode facilitar ou dificultar o desenvolvimento profissional e social. Vale a pena ler mais de uma vez. Melhor: vale a pena imprimir e deixar num local de fácil acesso, para realmente pensar antes de postar.
Ótima leitura!
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1 de março de 2013
18 de fevereiro de 2013
Pessoas contentes e seus atributos
O Facebook tem a vantagem de trazer até você algumas mensagens muito oportunas. Compartilho uma delas, publicada no mural da amiga Vania Lopes:
“Pessoas contentes olham sempre para o que há de melhor em cada situação e fazem o máximo por isso. Por não terem expectativas em relação aos outros, elas são pacientes, compreensivas e pacíficas. Elas buscam soluções ao invés de reclamar ou atribuir culpas. Elas não ficam presas a idéias egoístas, são flexíveis. Sendo livres de expectativas ou desejos elas optam pela ação que beneficie a todos sem deixar que suas decisões ou julgamentos sejam influenciados por quereres pessoais.”
Brahma Kumaris
9 de novembro de 2012
Acordar para a vida... Já!
"As vezes você dorme para a vida e a vida dorme para você. Quantas coisas boas bateram na sua porta, mas você não atendeu por estar dormindo? Desperte...desperte agora..."
(Rama)
20 de agosto de 2012
Por isso que amo o desapego...
Vi este texto no Facebook e achei muito verdadeiro. É o que pratico. É o que defendo: viva o desapego e ame ser quem você é.
5 de julho de 2012
Curso de formação de maridos
Outro dia li esta postagem no Facebook de uma prima (casada). Brincadeiras a parte, o curso, de fato, seria muito oportuno... rsrs
1 - A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.
4 - O rolo de papel higiênico: ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
7 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
8 - A lavadora de roupas: esse grande mistério.
9 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão. (exercícios com musicoterapia)
10 - A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios
Dirigidos por Mister M)
11 - Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas...
Curso
de Formação de Maridos
Objetivo pedagógico: permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)
Módulo 2: Vida a dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)
3 - Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu' (550 horas)
4 - Não fazer xixi fora do vaso. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 - Nível 1. (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 - Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a panela.
3 - Exercícios práticos - Ferver a água antes de por o macarrão.
Objetivo pedagógico: permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)
Módulo 2: Vida a dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)
3 - Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu' (550 horas)
4 - Não fazer xixi fora do vaso. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 - Nível 1. (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 - Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a panela.
3 - Exercícios práticos - Ferver a água antes de por o macarrão.
Cursos complementares
Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.
Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.
1 - A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.
4 - O rolo de papel higiênico: ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
7 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
8 - A lavadora de roupas: esse grande mistério.
9 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão. (exercícios com musicoterapia)
10 - A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios
Dirigidos por Mister M)
11 - Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas...
13 de abril de 2012
Ótima reflexão
Mais um desses emails que recebo e acho fantástico:
Crie filhos em vez de herdeiros.
Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete.
Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.
Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.
Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.
Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?
Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos.
Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas...
...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!
Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.
E para terminar: Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.
Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de
São Paulo por meio de outdoors
19 de março de 2012
Para quê serve uma relação?
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
Drauzio Varella
14 de fevereiro de 2012
Com toda licença, Marla de Queiroz!
Hoje eu peço licença a Marla de Queiroz, amiga da minha amiga Luciana Jaber (aquela da Frescurith de Mulher), para um crtl+c crtl+v de um texto que postou em seu Facebook. Simplesmente verdadeiro!
Quando você se compromete com o seu melhoramento, tem que renunciar a muitas coisas da sua rotina, do seu comportamento emocional. As mudanças poderão até ser dolorosas, mas jamais estéreis, porque são inevitáveis e só têm princípio.
É preciso muita coragem pra caminhar por uma paisagem nova e desconhecida, mas a vida pede de nós flexibilidade e perdão para que o amor se instale com conforto na nossa alma. Sejam gentis com vocês, com os outros. E tenham muita consciência do potencial que ainda não foi desenvolvido.
Estamos aqui para que o Universo também se beneficie da nossa existência. E receberemos em troca o eco do que emanarmos.
Felicidade é só uma palavra se você você não tiver gratidão pelas conquistas que já teve e pelas que ainda poderá obter. E o amor só se tornará uma experiência se você permitir que ele te envolva, sem armaduras.Confie na vida e siga em frente. O mal só existe quando damos poder a ele.
E somos do tamanho que queremos ser.
(Marla de Queiroz)
26 de dezembro de 2011
Pensando sobre 2012 em diante...
11 de novembro de 2011
Em que mundo você vive?
Boa reflexão para os dias atuais. Vamos deixar a vida nos levar ou vamos assumir nossa posição como autores da vida?
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
7 de novembro de 2011
Definitivamente, nada é definitivo
Li o texto abaixo no Facebook de Marla de Queiroz. Ele me prendeu (ou me seduziu) do início ao fim.
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive.
A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre.
Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
Por: Marla de Queiroz
23 de agosto de 2011
A mulher faz a diferença
Li o texto abaixo e lembrei-me de uma frase que ouvi um tempo atrás: "Ao lado (e não atrás) de um grande homem há sempre uma grande mulher". Fazemos, sim, a diferença e, por isso, precisamos reconhecer nosso valor. Fica a reflexão:
A mulher faz a diferença
Numa certa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle. Eles foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina.
Estando sentados à mesa no restaurante, o proprietário do estabelecimento pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama.
E assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle:
- Qual é o interesse desse homem em te cumprimentar?
Ao que Michele respondeu:
- Acontece que na minha adolescência esse homem foi muito apaixonado por mim durante um longo tempo.
Obama disse então:
- Ah, quer dizer então que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?
E Michelle:
- Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos”.
17 de agosto de 2011
Perguntas que não merecem respostas
Li no Facebook hoje e adorei:
Ou publique no seu blog, como eu fiz! ;-)
Se você está solteira: E o namorado?
Se você está namorando: E o noivado?
Se você está noiva: E o casamento?
Se você está casada: E o bebê?
Se você é mãe: E o irmãozinho?
Se você é mãe de 2: E o 3º?
Se você é mãe de 3: Nossa, por que tanto filho?
Se você se separa: Por que se separou?
Se você refaz sua vida: Mas já?
Resumindo: Tem muita gente pra tomar conta da sua vida e da vida dos outros. Se os outros nunca estão satisfeitos, e você se orgulha de ser quem é, cole isso no seu mural!
Ou publique no seu blog, como eu fiz! ;-)
15 de fevereiro de 2011
Deixe a sua luz brilhar
No meu encontro de coaching desta semana li um texto do Nelson Mandela (cuja história de vida me inspira absurdamente) que simplesmente "desmoronou" minha alma. Tudo, ali, reflete o que vivo hoje e me encoraja a seguir adiante, superando meus próprios limites. Agora, verdadeiramente, ninguém me segura!
Nosso pior medo não é sermos inadequados, nosso mais profundo medo é sermos poderosos demais. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta.
Nós nos perguntamos: quem eu sou para ser brilhante, magnífico, talentoso e fabuloso? De fato, quem é você para não ser isso?
Você é um filho, uma filha de Deus; essa sua brincadeira de se esconder não serve ao mundo. Não há nenhuma iluminação no fato de se encolher ou se diminuir para que os outros não se sintam inseguros perto de você.
Nós nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de nós. Ela não está somente dentro de alguns de nós, está em todos nós, e conforme deixamos que nossa própria luz brilhe, inconscientemente damos permissão para que os outros façam o mesmo.
Conforme nos libertamos dos nossos medos, nossa presença automaticamente liberta o medo dos outros.
NELSON MANDELA - Discurso de posse na presidência da África do Sul,1994.
8 de fevereiro de 2011
A felicidade é um estado mágico e duradouro?
Recebi outro e-mail "daqueles" que vale a pena publicar aqui, porque é a cara do "Diálogo de Mulheres" e tem tudo a ver com as últimas conversas que venho tendo com uma amiga-irmã. Tenho certeza que ela vai assinar embaixo.
O texto é de Leila Ferreira, jornalista, apresentadora de TV e autora do livro "Mulheres - Por que será que elas...?", da Editora Globo. Eu cortei pequenas partes para não ficar muito extenso, porém isso não prejudicou o entendimento da mensagem que o texto almeja passar. Quem quiser ver na íntegra, é só jogar no Google (simples assim!).
Bem, o texto fala sobre felicidade. Hummm... Sem mais o que comentar.
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'. Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos, mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam. Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
O texto é de Leila Ferreira, jornalista, apresentadora de TV e autora do livro "Mulheres - Por que será que elas...?", da Editora Globo. Eu cortei pequenas partes para não ficar muito extenso, porém isso não prejudicou o entendimento da mensagem que o texto almeja passar. Quem quiser ver na íntegra, é só jogar no Google (simples assim!).
Bem, o texto fala sobre felicidade. Hummm... Sem mais o que comentar.
Minimamente feliz - A felicidade é mesmo
um estado mágico e duradouro?
um estado mágico e duradouro?
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'. Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos, mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam. Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
22 de janeiro de 2011
Ele quem mesmo?
Recebi o texto abaixo de uma amiga minha. Não sei quem é a autora (e nem minha amiga sabe). Mas achei muito bom e é a pura verdade: quando cuidamos de nós mesmas e decidimos ser feliz, percebemos o real significado de ser "sol(in)teira".
Sim, ser solteira é isto: é ser inteira!
É amar a nós mesmas, é ser feliz com nossa própria companhia, é nos sentirmos plena, sem precisar transferir para outra pessoa essa responsabilidade. Ninguém pode ser responsável pela nossa felicidade, além de nós mesmas!
Quando alcançamos essa percepção e a vivemos, aprendemos a gerir as expectativas de um relacionamento que apostamos, investimos e... Não dá certo!
Aprendi que o sucesso de uma relação não depende só de uma pessoa querer, apostar, investir. Se você fez tudo isso e ainda acredita ser a melhor companhia que a outra pessoa poderia ter, então, querida, levanta a cabeça, sacode a poeira e dá a volta por cima.
O que você "acha" que perdeu agora, pode ser o motivo do seu sucesso na próxima relação.
Vamos ao texto...
Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo "olha, não dá mais".
Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu "mas agora eu tô comendo um lanche com amigos".
Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não voltava pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema.
Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito.
Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu "mas agora eu tô comendo um lanche com amigos".
Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não voltava pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema.
Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito.
Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu.
Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor e então resolvi que tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim. Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida.
Voltei de viagem e tchân,tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas mil vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de Roteiro, Astrologia e História, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.
Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher que eu acabei me tornando mulher demais para ele.
Ele quem mesmo?
Voltei de viagem e tchân,tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas mil vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de Roteiro, Astrologia e História, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.
Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher que eu acabei me tornando mulher demais para ele.
Ele quem mesmo?
17 de janeiro de 2011
Meu caminho
"Tudo na vida tem o seu tempo e o seu caminho.
E o meu agora é outro: é novo, é desconhecido, é estranho. Mas é o meu, o que eu quero e o que tenho que viver."
16 de janeiro de 2011
E me deixe ser assim...
"Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a gentileza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente."
(Coração na boca - Facebook)
23 de dezembro de 2010
"Quando me amei de verdade"... A pura verdade!
Recebi esta mensagem cinco vezes no meu e-mail só essa semana e de diferentes pessoas. Sempre apagava, pois não suporto e-mails que vêm em formato de apresentação em PowerPoint. Na quinta vez decidi abri para ler... Vai que era o "destino" querendo dizer alguma coisa?! E disse!
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa que não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin
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11 de dezembro de 2010
Acordar
Você sabe o que significa acordar?
Vamos fazer uma brincadeira e separas em sílabas a palavra acordar:
A - COR - DAR
Viu? significa dar a cor. Colocar o coração em tudo que faz.
Existem pessoas que acordam às 6h da tarde.
É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, mas passam o dia todo dormindo.
E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem "acordar".
Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse:
- Descobri que estou na profissão errada.
E ele já estava se aposentando...
Imagina o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não "acordou".
Eu na época era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me dizendo naquele momento.
Por mais cinzento que posso estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe porque?
Porque a vida tem a cor que a gente pinta.
O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele esta ali, esperando que eu ou você façamos com que seja o melhor de nossa vida.
Os meus dias são os mais lindos da face da terra, porque eu os faço os mais lindos da face da terra.
Acredite em você. O universo é o limite!
Dê - se a oportunidade de A - COR - DAR todos os dias e compartilhar com os outros o que DEUS nos dá de melhor: o privilégio de ser e fazer os outros felizes!
(autor anônimo)
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