Às vezes, ou melhor, muitas das vezes, tenho a sensação de estar trabalhando (e muito) só para pagar contas. Quando criança, pensava em trabalhar logo, ter minha independência financeira, só para ter dinheiro para fazer o que gosto. Nem pensava em trabalhar no que gosto, mas ganhar para fazer o que gosto.
E aí, eu cresci e descobri que o que gosto custa caro; às vezes, nem tão caro, mas o fato é que não sobra dinheiro para fazer o que eu gosto.
Então, trabalho mais, no intuito de ganhar mais, e descubro que além de faltar grana, falta é tempo para fazer o que gosto! E, aí, por tabela, falta humor, falta paciência, falta motivação, falta equilíbrio...
Saudades da infância...
29 de junho de 2012
22 de junho de 2012
Rodar a baiana
Numa conversa informal, na mesa de um bar, uma mulher (bem) casada, uma divorciada (mas, atualmente, em um relacionamento sério) e uma solteira, a procura de um amor. Em suas companhias estavam o respectivo marido da (bem) casada e o respectivo namorado da divorciada. E o tema era: mulheres que "rodam a baiana".
Sim, porque mulher que é mulher, precisa rodar a baiana, seja para impor respeito, para mostrar quem é que manda, para colocar limites, porque está com TPM, ou por qualquer outra razão que a permita ter o controle da situação. Esta é a verdade! (?)
E vem a pergunta (masculina, claro!): por que os homens não rodam a baiana?
Ora, porque para rodar a baiana tem que ter emoção, não pode ficar apenas na racionalidade. Rodar a baiana, de verdade, requer um pouco de histeria, misturado a uma pitada de salto alto, batom, brilho nos olhos, coisas que só uma mulher sabe ter. Rodar a baiana requer sangue na veia, impulsividade meclada com instinto protetor, quase materno... E só uma mulher sabe o que é isso. Rodar a baiana requer intuição para fazê-lo na hora certa, no tom certo (bem alto ou simplesmente com uma olhada fuzilante, sem nada dizer, apenas gesticular, ou os dois ao mesmo tempo), com as pessoas certas e no lugar certo. Só uma mulher entende isso e faz isso, porque homem não consegue fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tão pouco definir seus sentimentos (se for mais de um, esquece!) em gestos, palavras e... Reações milimetricamente planejadas. Enfim, para um homem rodar a baiana, ele precisa... Nascer mulher!
Então, o que eles devem fazer?!
Simplesmente... Comer acarajé!
Sim, porque mulher que é mulher, precisa rodar a baiana, seja para impor respeito, para mostrar quem é que manda, para colocar limites, porque está com TPM, ou por qualquer outra razão que a permita ter o controle da situação. Esta é a verdade! (?)
E vem a pergunta (masculina, claro!): por que os homens não rodam a baiana?
Ora, porque para rodar a baiana tem que ter emoção, não pode ficar apenas na racionalidade. Rodar a baiana, de verdade, requer um pouco de histeria, misturado a uma pitada de salto alto, batom, brilho nos olhos, coisas que só uma mulher sabe ter. Rodar a baiana requer sangue na veia, impulsividade meclada com instinto protetor, quase materno... E só uma mulher sabe o que é isso. Rodar a baiana requer intuição para fazê-lo na hora certa, no tom certo (bem alto ou simplesmente com uma olhada fuzilante, sem nada dizer, apenas gesticular, ou os dois ao mesmo tempo), com as pessoas certas e no lugar certo. Só uma mulher entende isso e faz isso, porque homem não consegue fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tão pouco definir seus sentimentos (se for mais de um, esquece!) em gestos, palavras e... Reações milimetricamente planejadas. Enfim, para um homem rodar a baiana, ele precisa... Nascer mulher!
Então, o que eles devem fazer?!
Simplesmente... Comer acarajé!
21 de junho de 2012
Mercado de trabalho... Quem é você?!
Bate-papo com uma amiga pelo chat do skype:
Você passa quase cinco anos num lugar fazendo objetos de conhecimento. Então, tenta uma recolocação profissional no mercado de trabalho e tenta explicar o que é isso: apresentações multimídias desenvolvidas em PowerPoint, com gravação de áudio e publicação para acesso via Internet por meio da ferramenta Adobe Presenter.
Aí vê do outro lado uma cara do tipo: "que diabo é isso?". Frustrante!
Tudo bem que faço objetos de conhecimento como ninguém. Sou especialista em PowerPoint, em Adobe Presenter, em Adobe Connect... E para dar um up na linguagem para ver se a cara do outro lado muda, digo: tenho sólida experiência na área de gestão do conhecimento e treinamento de profissionais para consolidação e disseminação do conhecimento dentro da organização. Bonito, né? Mas nenhuma reação.
Acrescento: cinco anos de experiência na produção de conteúdos voltados para Educação a Distância (EAD). Agora, uma reação: Ah! Mas não somos universidade. Jogo a última: seis anos de experiência em atividades de assessoria de imprensa, comunicação interna, jornalismo, redação e edição de textos e media trainning. E vem uma pergunta: Ok, então você é jornalista? - Sim! (e penso: ohhhh!!!). E pra completar, o fim (como se eu não soubesse): - Mas a vaga é para a área de Recursos Humanos!
Mercado de trabalho, quem é você e o que você quer de mim?!
Você passa quase cinco anos num lugar fazendo objetos de conhecimento. Então, tenta uma recolocação profissional no mercado de trabalho e tenta explicar o que é isso: apresentações multimídias desenvolvidas em PowerPoint, com gravação de áudio e publicação para acesso via Internet por meio da ferramenta Adobe Presenter.
Aí vê do outro lado uma cara do tipo: "que diabo é isso?". Frustrante!
Tudo bem que faço objetos de conhecimento como ninguém. Sou especialista em PowerPoint, em Adobe Presenter, em Adobe Connect... E para dar um up na linguagem para ver se a cara do outro lado muda, digo: tenho sólida experiência na área de gestão do conhecimento e treinamento de profissionais para consolidação e disseminação do conhecimento dentro da organização. Bonito, né? Mas nenhuma reação.
Acrescento: cinco anos de experiência na produção de conteúdos voltados para Educação a Distância (EAD). Agora, uma reação: Ah! Mas não somos universidade. Jogo a última: seis anos de experiência em atividades de assessoria de imprensa, comunicação interna, jornalismo, redação e edição de textos e media trainning. E vem uma pergunta: Ok, então você é jornalista? - Sim! (e penso: ohhhh!!!). E pra completar, o fim (como se eu não soubesse): - Mas a vaga é para a área de Recursos Humanos!
Mercado de trabalho, quem é você e o que você quer de mim?!
Diálogos internos
Estou numa fase introspectiva - Como estive várias vezes e gosto de estar. Percebo-me com um ser que não vive em bandos, mas quieto, na minha própria companhia e na dos meus diálogos internos. Tantos porquês, tantas perguntas ainda sem respostas. Tantos "e se...".
Incômodos promovem mudanças. Satisfação adormece.
Não consigo dormir...
Incômodos promovem mudanças. Satisfação adormece.
Não consigo dormir...
17 de maio de 2012
O preço da raridade
Hoje relembrei uma frase que ouvi de uma professora na Pós Graduação: "o bom profissional é pago pela sua raridade".
Sempre vejo nos jornais e nos demais veículos de comunicação uma quantidade considerável de ofertas de trabalho. Ou seja, há vagas! Mas, faltam bons profissionais. E quando digo bons, na verdade, são excelentes! Sim, isto está em falta.
E me colocando no lugar dos profissionais "excelentes" percebo que são poucas as empresas que realmente pagam pela sua raridade. E, consequentemente, pagam mais caro ainda por se contentar com profissionais medianos.
Em contrapartida, os profissionais excelentes acabam desanimando. Ou partindo para algo próprio e se deparam com a dura realidade: não encontram profissionais qualificados para fazer parte da sua equipe de "primeira divisão".
É... Ou preço da raridade é alto, ou não se quer pagar por ela. A excelência caminha solitária (?!).
Sempre vejo nos jornais e nos demais veículos de comunicação uma quantidade considerável de ofertas de trabalho. Ou seja, há vagas! Mas, faltam bons profissionais. E quando digo bons, na verdade, são excelentes! Sim, isto está em falta.
E me colocando no lugar dos profissionais "excelentes" percebo que são poucas as empresas que realmente pagam pela sua raridade. E, consequentemente, pagam mais caro ainda por se contentar com profissionais medianos.
Em contrapartida, os profissionais excelentes acabam desanimando. Ou partindo para algo próprio e se deparam com a dura realidade: não encontram profissionais qualificados para fazer parte da sua equipe de "primeira divisão".
É... Ou preço da raridade é alto, ou não se quer pagar por ela. A excelência caminha solitária (?!).
13 de abril de 2012
Ótima reflexão
Mais um desses emails que recebo e acho fantástico:
Crie filhos em vez de herdeiros.
Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete.
Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.
Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.
Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.
Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?
Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos.
Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas...
...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!
Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.
E para terminar: Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.
Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de
São Paulo por meio de outdoors
29 de março de 2012
26 de março de 2012
Amor patológico: mais comum do que a gente pensa...
Outro dia li uma reportagem interessante na edição 73 da revista Psique. Falava sobre amor patológico, que acontece quando uma pessoa embarca numa união simbiótica na tentativa de fugir da insuportável sensação de abandono. Consequência: "ela dirige toda atenção à pessoa amada, desdobrando-se em cuidados e gentileza que nunca cessam porque simplesmente ela não sabe como controlar o impulso de agradar o parceiro. Numa postura obcecada, aquele que vive esse amor não consegue mudar o foco: seu objeto de desejo torna-se prioridade, enquanto os outros interesses ficam em segundo plano".
Este era o início do texto e de imediato consegui identificar algumas pessoas que passam (ou passaram por isso). Elas sofrem e fazem o outro, a quem acreditam amar, sofrer também.
Relacionamento não é fácil. É um aprendizado constante. Uma doação com limite - o limite da sua individualidade. Doar-se sem se anular. Doar-se para receber.
Relacionamento é troca com cumplicidade e respeito mútuos; troca esta que visa acrescentar. Relacionamento que subtrai, divide ou anula é doentio. É difícil assumir isso. Mas é o primeiro passo para querer sair da situação. Afirmo com "conhecimento de causa".
Quem se identificou com o tema, sugiro a leitura da reportagem na íntegra: Quando o amor vira doença
Boa leitura!
Este era o início do texto e de imediato consegui identificar algumas pessoas que passam (ou passaram por isso). Elas sofrem e fazem o outro, a quem acreditam amar, sofrer também.
Relacionamento não é fácil. É um aprendizado constante. Uma doação com limite - o limite da sua individualidade. Doar-se sem se anular. Doar-se para receber.
Relacionamento é troca com cumplicidade e respeito mútuos; troca esta que visa acrescentar. Relacionamento que subtrai, divide ou anula é doentio. É difícil assumir isso. Mas é o primeiro passo para querer sair da situação. Afirmo com "conhecimento de causa".
Quem se identificou com o tema, sugiro a leitura da reportagem na íntegra: Quando o amor vira doença
Boa leitura!
19 de março de 2012
Para quê serve uma relação?
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
Drauzio Varella
23 de fevereiro de 2012
Enfim, que venha 2012!
Dizem que o ano só começa mesmo depois do Carnaval. Então, aproveitei o feriado para traçar meu próprio PDI (Plano de Desenvolvimento Individual). Matriculei-me num curso de Formação em PNL (Programação Neurolinguística); ampliei meus contatos; revi algumas áreas da vida e dei um rumo para elas.
Fiz uma verdadeira folia na minha vida: tirei os adereços que incomodavam, coloquei outros mais confortáveis e coerentes com minha situação, recusei "barulhos" que não me deixavam escutar direito, apreciei outros sons que nunca tinha me permitido escutar.
O feriado veio num momento muito oportuno. Agora, de fato, o ano vai começar.
Que venha 2012!
Fiz uma verdadeira folia na minha vida: tirei os adereços que incomodavam, coloquei outros mais confortáveis e coerentes com minha situação, recusei "barulhos" que não me deixavam escutar direito, apreciei outros sons que nunca tinha me permitido escutar.
O feriado veio num momento muito oportuno. Agora, de fato, o ano vai começar.
Que venha 2012!
17 de fevereiro de 2012
Despertando
Sabe aquela vontade louca de parar o tempo e só voltar quando tudo estiver resolvido?
Ou voltar no tempo e fazer escolhas diferentes? Ou, simplesmente, aproveitar a sexta-feira, seguida do feriado de Carnaval, para desplugar total e, quem sabe na fantasia da folia e no clima de festa rever seus planos e voltar com uma nova expectativa - ou novo rumo?
Problemas e frustrações sempre vão surgir. Costumo dizer para os outros: aproveite o desconforto para mudar - de pensamento, de atitude, de lugar...
Estava muito acomodada com o status quo que vivia nos últimos meses. Era muito confortável e um momento de refrigério. Muito bom mesmo! Tão bom que dormi no ponto, como bem disse Guimarães Rosa ("o animal satisfeito dorme").
Agora é hora de acordar.
Ou voltar no tempo e fazer escolhas diferentes? Ou, simplesmente, aproveitar a sexta-feira, seguida do feriado de Carnaval, para desplugar total e, quem sabe na fantasia da folia e no clima de festa rever seus planos e voltar com uma nova expectativa - ou novo rumo?
Problemas e frustrações sempre vão surgir. Costumo dizer para os outros: aproveite o desconforto para mudar - de pensamento, de atitude, de lugar...
Estava muito acomodada com o status quo que vivia nos últimos meses. Era muito confortável e um momento de refrigério. Muito bom mesmo! Tão bom que dormi no ponto, como bem disse Guimarães Rosa ("o animal satisfeito dorme").
Agora é hora de acordar.
14 de fevereiro de 2012
Com toda licença, Marla de Queiroz!
Hoje eu peço licença a Marla de Queiroz, amiga da minha amiga Luciana Jaber (aquela da Frescurith de Mulher), para um crtl+c crtl+v de um texto que postou em seu Facebook. Simplesmente verdadeiro!
Quando você se compromete com o seu melhoramento, tem que renunciar a muitas coisas da sua rotina, do seu comportamento emocional. As mudanças poderão até ser dolorosas, mas jamais estéreis, porque são inevitáveis e só têm princípio.
É preciso muita coragem pra caminhar por uma paisagem nova e desconhecida, mas a vida pede de nós flexibilidade e perdão para que o amor se instale com conforto na nossa alma. Sejam gentis com vocês, com os outros. E tenham muita consciência do potencial que ainda não foi desenvolvido.
Estamos aqui para que o Universo também se beneficie da nossa existência. E receberemos em troca o eco do que emanarmos.
Felicidade é só uma palavra se você você não tiver gratidão pelas conquistas que já teve e pelas que ainda poderá obter. E o amor só se tornará uma experiência se você permitir que ele te envolva, sem armaduras.Confie na vida e siga em frente. O mal só existe quando damos poder a ele.
E somos do tamanho que queremos ser.
(Marla de Queiroz)
13 de fevereiro de 2012
Vulnerável, eu?
Tem dias que estou assim: uma chatice só!
Sou canceriana, mulher de fases, regida pela lua. Uma instabilidade emocional só! Chego a pensar que sou pentapolar, porque bipolar é pouco para minha variação de humor num só dia. Não tenho o menor constrangimento de assumir esse meu lado "negro".
No sábado estava naqueles dias que nem eu me suportava. Vá entender! Meu namorado, coitado, vai pro céu. Digo a ele: "só você pra me aturar". Ele ri e ainda me faz carinho. Mas, confessa: "nessas horas, meu bem, só saindo de perto e deixando você quietinha, sozinha..." E é isso mesmo que ele faz comigo. Homem esperto!
O bom de um relacionamento é quando você pode ser quem você é, com seus prós e contras, e ainda assim se sentir amada. É quando o outro entende que você necessita ter seu espaço e seu próprio tempo para gerir as emoções e fazer o que tem vontade... Sozinha! A isso eu chamo individualidade.
Depois do meu tempo, do meu espaço, da minha vontade satisfeita... Volto ao nós e ao "o que vamos fazer agora?".
E a vida prossegue... Cada um do seu jeito. Cada um com seus defeitos. Pares perfeitos!
Sou canceriana, mulher de fases, regida pela lua. Uma instabilidade emocional só! Chego a pensar que sou pentapolar, porque bipolar é pouco para minha variação de humor num só dia. Não tenho o menor constrangimento de assumir esse meu lado "negro".
No sábado estava naqueles dias que nem eu me suportava. Vá entender! Meu namorado, coitado, vai pro céu. Digo a ele: "só você pra me aturar". Ele ri e ainda me faz carinho. Mas, confessa: "nessas horas, meu bem, só saindo de perto e deixando você quietinha, sozinha..." E é isso mesmo que ele faz comigo. Homem esperto!
O bom de um relacionamento é quando você pode ser quem você é, com seus prós e contras, e ainda assim se sentir amada. É quando o outro entende que você necessita ter seu espaço e seu próprio tempo para gerir as emoções e fazer o que tem vontade... Sozinha! A isso eu chamo individualidade.
Depois do meu tempo, do meu espaço, da minha vontade satisfeita... Volto ao nós e ao "o que vamos fazer agora?".
E a vida prossegue... Cada um do seu jeito. Cada um com seus defeitos. Pares perfeitos!
10 de fevereiro de 2012
Stop!
Tudo bem que mulher tem a incrível capacidade de fazer mil coisas ao mesmo tempo. Mas reconheci, hoje, que não sou robô. E nem quero ser a "Mulher Maravilha". Tudo tem limite. E sou eu que estabeleço. Não o outro.
Pausa para descanso... E tenho certeza, que todas as outras coisas vão continuar andando e encontrando suas respostas. Sem precisar de mim.
9 de fevereiro de 2012
3, 2, 1... Recomeçando em plena quinta-feira!
Ai, que saudade do blog!!!
Quem vê assim até pensa que tirei férias. Mas, muito pelo contrário! Tanto trabalho e outras prioridades que, infelizmente, deixei ele meio de lado. Isso que dá aceitar novos desafios. Pensei que cargo diretivo fosse fácil... Eis a descoberta: eu era feliz e não sabia!
Agora, vem o peso da consciência, junto com o reconhecimento de que preciso equilibrar vida pessoal e vida profissional. Este é o desafio de muitas mulheres, acredito. Homem não deve ter essas coisas. Já foi condicionado a ser o provedor, o trabalhador... Trabalha, trabalha, trabalha muito (falo de homens de verdade), mas sem a "culpa" de estar deixando família e vida pessoal de lado. E se tem "culpa", sabe muito bem administrar isso. Ô, inveja!
Mas é bom estar de volta. O importante é dar o primeiro passo, mesmo que não seja numa segunda-feira. Como faço para dieta. E academia... Coisas de mulher!
Quem vê assim até pensa que tirei férias. Mas, muito pelo contrário! Tanto trabalho e outras prioridades que, infelizmente, deixei ele meio de lado. Isso que dá aceitar novos desafios. Pensei que cargo diretivo fosse fácil... Eis a descoberta: eu era feliz e não sabia!
Agora, vem o peso da consciência, junto com o reconhecimento de que preciso equilibrar vida pessoal e vida profissional. Este é o desafio de muitas mulheres, acredito. Homem não deve ter essas coisas. Já foi condicionado a ser o provedor, o trabalhador... Trabalha, trabalha, trabalha muito (falo de homens de verdade), mas sem a "culpa" de estar deixando família e vida pessoal de lado. E se tem "culpa", sabe muito bem administrar isso. Ô, inveja!
Mas é bom estar de volta. O importante é dar o primeiro passo, mesmo que não seja numa segunda-feira. Como faço para dieta. E academia... Coisas de mulher!
27 de dezembro de 2011
Essa tal felicidade... Mais uma vez!
2011 está no fim e se tem uma palavra que define este ano para mim é: FELICIDADE.
Este ano decidi me ocupar da felicidade a ponto de não ter tempo para mais nada. Inspirei-me em um dos belíssimos textos da Clarice Lispector, postado neste blog anteriormente. Nessa decisão descobri que a felicidade está em mim. Sou a própria felicidade!
E ainda sobre esta lição de felicidade, ontem ouvi um texto no final da novela das sete. Dizem que é do Fernando Pessoa, mas já li por aí que não é dele. Independentemente da autoria, o que vale é a mensagem. Claro, sobre a felicidade:
Para terminar este post, fica meu aprendizado deste ano: entre ter razão e ser feliz, optei por ser feliz. Sempre!
Este ano decidi me ocupar da felicidade a ponto de não ter tempo para mais nada. Inspirei-me em um dos belíssimos textos da Clarice Lispector, postado neste blog anteriormente. Nessa decisão descobri que a felicidade está em mim. Sou a própria felicidade!
E ainda sobre esta lição de felicidade, ontem ouvi um texto no final da novela das sete. Dizem que é do Fernando Pessoa, mas já li por aí que não é dele. Independentemente da autoria, o que vale é a mensagem. Claro, sobre a felicidade:
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Para terminar este post, fica meu aprendizado deste ano: entre ter razão e ser feliz, optei por ser feliz. Sempre!
26 de dezembro de 2011
Pensando sobre 2012 em diante...
12 de dezembro de 2011
Próximo capítulo
Mais um ciclo se encerra.
Agora, novos desafios.
Nova história a escrever.
Outros protagonistas entrarão em cena (assim espero!)
O enredo promete!
Luz, câmera, AÇÃO...
11 de novembro de 2011
Em que mundo você vive?
Boa reflexão para os dias atuais. Vamos deixar a vida nos levar ou vamos assumir nossa posição como autores da vida?
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
7 de novembro de 2011
Definitivamente, nada é definitivo
Li o texto abaixo no Facebook de Marla de Queiroz. Ele me prendeu (ou me seduziu) do início ao fim.
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive.
A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre.
Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
Por: Marla de Queiroz
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