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27 de dezembro de 2011

Essa tal felicidade... Mais uma vez!

2011 está no fim e se tem uma palavra que define este ano para mim é: FELICIDADE.

Este ano decidi me ocupar da felicidade a ponto de não ter tempo para mais nada. Inspirei-me em um dos belíssimos textos da Clarice Lispector, postado neste blog anteriormente. Nessa decisão descobri que a felicidade está em mim. Sou a própria felicidade!

E ainda sobre esta lição de felicidade, ontem ouvi um texto no final da novela das sete. Dizem que é do Fernando Pessoa, mas já li por aí que não é dele. Independentemente da autoria, o que vale é a mensagem. Claro, sobre a felicidade:
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Para terminar este post, fica meu aprendizado deste ano: entre ter razão e ser feliz, optei por ser feliz. Sempre!

12 de dezembro de 2011

Próximo capítulo

Mais um ciclo se encerra.
Agora, novos desafios.
Nova história a escrever.
Outros protagonistas entrarão em cena (assim espero!) 
O enredo promete!

Luz, câmera, AÇÃO...

11 de novembro de 2011

Em que mundo você vive?


Boa reflexão para os dias atuais. Vamos deixar a vida nos levar ou vamos assumir nossa posição como autores da vida?

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer".

7 de novembro de 2011

Definitivamente, nada é definitivo

Li o texto abaixo no Facebook de Marla de Queiroz. Ele me prendeu (ou me seduziu) do início ao fim.


Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...

Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive.

A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre.
Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
Por: Marla de Queiroz

4 de novembro de 2011

No início... Tudo são flores!


Início de relacionamento é sempre muito bom. É uma fase de conquista, conhecimento, tolerância. Melhor ainda quando constatamos, dia após dia, que apesar de todos os nossos defeitos e manias, a outra pessoa se dispõe a estar do nosso lado. A fase do "encantamento" é ótima por isto: o outro se torna o nosso desafio diário. E ter desafios é sempre o melhor dos estimulantes.

Mas, como em toda relação, há a fase do "desencantamento". Sei que ela vai chegar, inevitavelmente. Por isso, tenho procurado observar os pequenos detalhes (como boa perfeccionista que sou) desta fase inicial - encantadora! Ponto positivo por saber que temos os mesmos objetivos e já passamos por experiências de vida parecidas. Cicatrizes a parte, decidimos prosseguir. Essa cautela em não cometer os mesmos erros e, mesmo diante deles, sabermos como lidar consigo mesmo, com o outro e com a relação - a isso eu chamo maturidade emocional.

É a mesma maturidade que nos permite viver uma relação sem ansiedade, sem idealismo utópico, com os pés no chão e no desafio diário de contribuir para a alegria do outro...

Ufa! Isso é possível...

E é com essa mesma maturidade emocional que espero chegar na fase do "desencantamento" para poder continuar apreciando a beleza das rosas, mesmo com seus espinhos...

13 de outubro de 2011

Estado civil: mais feliz ainda!

O estado civil é algo que aguça a curiosidade das pessoas. Quando "escancarado" em alguma rede social, como Facebook e Orkut, desperta reações em forma de comentários muito interessantes.

Neste feriado alterei meu "status de relacionamento" no Facebook. Passei de "solteira" para "Em um relacionamento sério". Na prática, passei de "feliz" para "mais feliz ainda", porque estava muito bem solteira e vivendo a vida que uma pessoa "sem companhia" pode aproveitar com muito gosto. Sempre defendi a ideia de que dá para ser feliz sozinha, sim! Desde que você curta sua própria companhia.

Estar acompanhado é muito melhor, de fato, quando você já se resolveu consigo mesma, sabe o que quer e encara a realidade de forma simples, sem idealizar demais o outro e a própria relação. E tem que ser a verdadeira companhia, não aquele que só aparece quando quer sexo (linguagem aberta, mesmo, porque estou falando da vida como ela é) ou impressionar os amigos mostrando quem é a "pegada" da vez.

A alteração do meu "status de relacionamento" gerou vários comentários. Arrisco afirmar que alguns desejos de "boa sorte" são, na verdade, preocupações disfarçadas. Afinal, encontrar uma companhia decente, hoje em dia, é raro. Especialmente quando se tem um histórico de relações não muito feliz, mas que me gerou a maturidade que preciso para ousar arriscar.

Estou vivendo um dia de cada vez e aproveitando o que a verdadeira companhia pode oferecer de melhor. "Que seja eterno enquanto dure"... Não!

Que seja ótimo enquanto me fizer bem. No dia que não fizer, escrevo o "the end" e inicio uma nova história.

Adoro ser protagonista. Carpe Diem!

21 de setembro de 2011

Viva a imperfeição!

Mulheres adoram idealizar um relacionamento. Ou melhor, o parceiro para um relacionamento duradouro. Moreno, alto, bonito e sensual... E que seja, sim, a solução para os nossos problemas. Além de tudo isso, tem que ter carro, curso superior, ser bem sucedido profissionalmente (e financeiramente), gostar da família (isso inclui a sogra - nossa mãe!), ser romântico, atencioso, carinhoso... Resumindo: o homem perfeito!!!!

Difícil? Sim, é realmente difícil encontrar todas essas qualidades num homem só. Não vou dizer que é impossível, pois deve haver, sim, homem com todas essas características. Onde ele está? Certamente por aí, vagando pelo mundo atrás de aventuras amorosas, sem querer nada sério "por enquanto" - porque homens adoram usar esta palavra: por enquanto - ou caminhando de mão dada com outra mulher que o encontrou antes da gente.

Para ser sincera, acho que homens assim tornam-se sem graça com o tempo, porque perfeição demais cansa, afinal gera insegurança, competição, inveja... Em contrapartida, homens com seus defeitos nos estimulam a ser "agentes de mudança", quem sabe ele muda por nossa causa? Não que iremos mudar alguém, porque ninguém muda outra pessoa, se ela não desejar isso, mas podemos ser o estímulo para a mudança, por que não?! O defeito dele pode ser justamente aquilo que nos atraiu! E mais, eu posso ser a solução para seu defeito, e vice-versa, ou você acha que é uma "mulher perfeita", meu bem?!

Sejamos realistas, podemos esperar o homem perfeito aparecer. Uma hora ele sai do "por enquanto" e diz a você: "é agora ou nunca". Tudo é possível e se você é uma mulher "de fé", vá em frente! Ou podemos nos divertir com os imperfeitos, mas que nos tratam como rainhas, que nos dão carinho, nos fazem rir (mulheres adoram homens com senso de humor), querem estar ao nosso lado inclusive nos sábados à noite, dormir agarradinho, ver filme abraçadinho, caminhar de mãos dadas, enfim, ser aquela pessoa que vai roubar nossa solidão e, em troca, oferecer a verdadeira companhia!

É, depois de experimentar tudo isso, acho que o perfeito pode estar, sim, no imperfeito! O importante é ser feliz!

12 de setembro de 2011

De repente, acontece!

De repente, quando você menos espera, acontece!

Você se permite conhecer, deixa os pré-julgamentos de lado, decide ir com calma e vai descobrindo que ali, a sua frente, está uma pessoa do bem.

Uma pessoa com seus defeitos e limitações. Mas alguém que decidiu ser feliz, assim como você. Alguém que se superou, que insistiu, foi adiante, arriscou. Alguém que você não teria oportunidade de conhecer se optasse agir como sempre agiu. Ou se deixasse que seus medos ou pré-conceitos decidissem suas escolhas.

Às vezes, precisamos agir de maneira diferente para encontrar alguém que nos faz bem, que nos faz rir. Alguém com os mesmos objetivos e pensamentos. Alguém que... Nos mereça!

Eu precisei me permitir e dar permissão para que isso acontecesse. Auto-conhecimento foi o primeiro passo. O segundo foi permitir que os outros me conheçam - com meus limites, defeitos, manias, fortalezas... Diferenciais. Não ter vergonha de ser quem eu sou.

Arrisquei. Acreditei.
Estou feliz.

Vamos ver no que dá!

3 de setembro de 2011

Gente fina, elegante e sincera

Certas perguntas e comentários, em determinadas ocasiões, e dependendo de quem faz, merecem respostas nada simpáticas. Especialmente quando vêm carregados de pré-julgamentos, ou uma visão "limitada" da situação. Nesses casos, o máximo que você pode ser é sincera. Esse negócio de ser "gente fina e elegante" é para quem merece. Por exemplo:

"Você ainda não casou? Deve ser exigente demais com os homens, não?"
"Você é tão bonita e inteligente, por que não arruma um namorado?"
"Cuidado, quem escolhe demais acaba sendo escolhida!"

Vamos às sinceridades:
1. Ser solteira é uma opção diante da falta de opção no "mercado". Ter um homem só para se autoafirmar ou prestar contas para a sociedade é o cúmulo da imaturidade. Ou da falta do que fazer!
2. Sou exigente, também, por opção. Poderia estar com qualquer homem, afinal tem muitos  por aí "dando sopa", inclusive os casados ou comprometidos. Mas na lei de oferta e procura de relacionamentos, a quantidade não caminha com a qualidade. Antes só, por opção, do que mal acompanhada, por falta de opção.
3. Sim, sou inteligente, bonita e independente. No dia que conhecer um homem que enfrentar essa realidade com segurança e maturidade, com certeza ele estará comigo.
4. E para concluir as respostas sinceras sendo, também, gente fina e elegante: eu vou muito bem, obrigada! E você, pelo visto, está feliz nessa função de "encarregada da vida alheia", não é?

31 de agosto de 2011

A contradição da vida a dois

Gosto de observar o comportamento de casais - namorados, noivos, marido/mulher - e acho interessante a reação das pessoas quando a emoção toma conta. Seja homem ou mulher, quando a tal da emoção, ou do sentimentalismo, entra em cena, as atitudes não se explicam, nem se justificam. Apenas acontecem. Simples assim. Vá entender...

Na hora da raiva, ou da frustração, que não deixam de ser emoções, a razão, disfarçada, dita a regra: serei mais firme, darei mais valor a mim, vou mostrar que tipo de pessoa sou e ele (ou ela) terá que me "engolir". Ame-me ou deixe-me!

Basta algumas palavras de elogio, um carinho diferente, ou apenas satisfazer nossas vontades, para tudo isso ir pro saco, bem amarrado e com direito a reciclagem - numa próxima frustração. Firmeza? Mas nós conversamos, estabeleci limite. Valor? Sim, ele (ou ela) me valoriza, tanto que continua comigo. "Engolir"? Sim, ele está agindo conforme eu quero!

E ainda tem gente que preza pela liberdade na relação. Irônico, mas é a mesma liberdade que sufoca, desgasta, aprisiona, porque há pessoas que não sabem o que fazer com a liberdade. Pergunto: quando é a emoção que aprisiona, há espaço para liberdade?

Enfim, não dá, realmente, para entender as emoções. Apenas vivê-las. Cada um sabe "a dor e a delícia" de estar num relacionamento. E cada um tem a sua justificativa, convincente ou não! Como ouvi, ontem, de um rapaz: "não posso perder minha namorada, pois vida de solteiro é cara demais".

Tem um ditado que diz: "se quiser conhecer o ser humano, dê poder a ele". Acho que na relação, o que funciona não é o poder, mas a tal liberdade. Portanto, se quiser conhecer o seu companheiro/companheira, dê liberdade e veja o que é capaz de fazer com ela (tendo ou não emoção).

23 de agosto de 2011

A mulher faz a diferença


Li o texto abaixo e lembrei-me de uma frase que ouvi um tempo atrás: "Ao lado (e não atrás) de um grande homem há sempre uma grande mulher". Fazemos, sim, a diferença e, por isso, precisamos reconhecer nosso valor. Fica a reflexão:


A mulher faz a diferença

Numa certa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle. Eles foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina.
Estando sentados à mesa no restaurante, o proprietário do estabelecimento pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama.
E assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle:
- Qual é o interesse desse homem em te cumprimentar?
Ao que Michele respondeu:
- Acontece que na minha adolescência esse homem foi muito apaixonado por mim durante um longo tempo.
Obama disse então:
- Ah, quer dizer então que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?
E Michelle:
- Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos”.

18 de agosto de 2011

Ponto final

Estou aprendendo a colocar ponto final no lugar de reticências.
Cansei de fazer parte de histórias mal resolvidas. Isso está mais para vítimas e, definitivamente, eu não sou.

Prefiro ser protagonista e ter consciência de que toda escolha, na verdade, é uma renúncia. Renunciar um prazer menor para obter uma alegria maior. Perder para ganhar.

Enfim, estou praticando o desapego. Dolorido, mas necessário.
Que venha o melhor... E bem resolvido.

Ponto final.

17 de agosto de 2011

Perguntas que não merecem respostas

Li no Facebook hoje e adorei:
Se você está solteira: E o namorado?
Se você está namorando: E o noivado?
Se você está noiva: E o casamento?
Se você está casada: E o bebê?
Se você é mãe: E o irmãozinho?
Se você é mãe de 2: E o 3º?
Se você é mãe de 3: Nossa, por que tanto filho?
Se você se separa: Por que se separou?
Se você refaz sua vida: Mas já?
Resumindo: Tem muita gente pra tomar conta da sua vida e da vida dos outros. Se os outros nunca estão satisfeitos, e você se orgulha de ser quem é, cole isso no seu mural! 


Ou publique no seu blog, como eu fiz!  ;-)

14 de agosto de 2011

Autoimagem positiva

Muitas coisas acontecendo na minha vida, muitos sentimentos sendo administrados, como sempre! Sou uma montanha russa emocional... Para amenizar, estava pensando no que postar no blog - minha terapia! E, hoje, domingão dos pais, lembrei-me de um livro que li anos atrás e resolvi folheá-lo: "Sempre a menininha do papai". Abri numa página que, ao ler até o fim, a mensagem veio como um "oráculo".

Sem comentários. Vamos à prática:

A autoimagem positiva
Quando você conseguir o que quer ao lutar por si mesma
E o mundo a tornar rainha por um dia,
Vá até o espelho e olhe o seu reflexo
Vendo o que essa mulher tem a dizer.
Pois não é seu pai, mãe ou marido
Quem deve julgá-la.

A pessoa cujo veredicto conta mais na sua vida
É a que observa do espelho.
Ela é a pessoa a ser agradada, sem levar em conta o resto, 
Pois é quem ficará com você até o fim.
E você terá passado no teste mais perigoso e difícil
Se a mulher no espelho for sua amiga.

Você pode enganar o mundo inteiro na estrada da vida,
E ganhar tapinhas nas costas ao passar.
Mas sua recompensa final será sofrimento e lágrimas
Se tiver enganado a mulher no espelho.

8 de agosto de 2011

Isto, sim, é o diálogo de uma mulher... Especial:


Era uma vez uma menina, que tinha cabelos vermelhos e um sorriso largo...
Ela morava pertinho da Alice, quase no País das Maravilhas... 
Na terra dessa menina tinha muitas coisas legais... e ela tinha um malindo (lindo), dois cachorros (lindos) e amigas...
Hoje a menina acordou e começou a pensar nos amigos... Pensou, pensou, escreveu no diário e cochilou... 
Quando entrei, o diário estava aberto... e eu li (ops!) Era tudo tão bonito que eu queria que vocês vissem...
Mas é segredo!! ... Foi quase como abrir o coração dela... 
Apesar que... se vocês são amigas dela... já devem saber o quanto ela as ama...
Vejam que lindo...

"Sandrita... minha amiga guerreira. Uma mulher linda, com brilho nos olhos e um enorme coração... Foi com ela que aprendi que existe sempre outro lado prá tudo nessa vida... Aprendi a ter força, a acreditar em mim e no que eu tenho de melhor... Aprendi que no meio da tempestade, sempre há algo melhor... e vem a bonança e vem a tempestade e vem a calmaria e vem a tempestade... E assim a vida e sempre será... basta saber olhar o outro lado... Essa mulher/menina é uma mistura de leveza e força, de simplicidade e energia, e amor... de amor a ela mesma... E quando eu penso que está tudo perdido... ela sempre tem uma palavra que acalenta o meu inquietar... Sandritaaaa... vou sentir falta das nossas conversas, desabafos, fofocas, cumplicidades, risadas, chororôs... mas tenho certeza que o que construímos juntas não vai acabar... a menos que a internet no mundo acabe rsss...

Elô... minha amiga serena. Linda, amorosa, paciente, cuidadosa... Abriu as portas da sua vida prá mim como se já nos conhecêssemos... Me deu a oportunidade de aumentar minha família, compartilhando comigo uma mãe maravilhosa, uma doce irmã e uma liiiindaaaa e querida cachorrinha. Aprendi com ela a esperar e a ter esperança de que tudo vai melhorar. E que os dias são breves, mas o amanhã a Deus pertence.. Basta confiar Nele... Elô... sentirei falta "bom dia amiga, como você está?" que eu não sei mais ligar meu Skype sem dizer isso a você! Sentirei falta de te perguntar 30 vezes a mesma senha e nunca anotar... sentirei falta das ligações e dos conselhos mútuos... Ainda vou voltar a Uberlândia, comer uma comida boa da Tia Coraci com você e conversar sobre a vida e sobre nós...

Cris... minha amiga surpreendente. Apareceu como uma estrela cadente... Mas ainda bem que caiu no meu quintal! Nunca te olhei nos olhos, mas já te vi por dentro, dentro do coração. Aprendi com você que nem sempre é preciso saber tudo sobre alguém prá amá-lo... basta ter certeza de que tudo é sincero e simples... Agradeço a Deus por ter te colocado no meu caminho... ter me presenteado com sua doçura, calma e carinho... desejo que você se desenvolva mais e mais, pois com essa força de vontade você vai muito mais longe que imagina.

Isa... minha amiga decidida! né? Aprendi que idade não equivale a maturidade e que a primeira impressão não é a que fica. Foi a ela que ensinei o que eu sabia sobre crescer e cresci mais ainda quando vi que não sabia tanto assim... Sentirei tanta falta de perguntar as coisas óbvias e depois responder a mim mesma... de contar segredos esdrúxulos e histórias hilárias que até mesmo eu duvido que aconteceram... Senti a dor da partida e o peso do cansaço em cada vez que você me viu "prever" com minha bola de cristal o próximo capítulo da nossa novela. Obrigada pelo carinho, companheirismo, ternura, paciência e obrigada por me dizer tantas palavras lindas quando eu sentei e chorei..."

Isso era o que a menina dizia sobre as amigas dela... e depois que eu li eu também chorei... e senti como se um pedacinho de vocês estivesse ali em cada palavra daquelas...
A próxima página do diário da menina do cabelo vermelho estava em branco... acho que ela ainda não escreveu mais...
Tem uma semana que eu li isso tudo e só hoje consegui copiar prá vocês... Tava doendo muito (e ainda está)...
Mas a história continua... 
Ainda temos muito ainda até chegar no "viveram felizes para sempre"...

Por enquanto... vamos ficando com o "era uma vez".

Cyntia Carvalho 

30 de julho de 2011

Lições que aprendi

1. Não posso ter tudo na vida, mas tenho o que é necessário para minha felicidade. Bastei olhar para mim mesma e valorizar o que tenho de melhor. A felicidade está em mim.
2. Que a vida não é injusta. Ela me dá o que preciso em cada momento específico, embora o que precise não seja o que eu realmente quero.
3. Que Deus me ama incondicionalmente. E quando menos mereço este amor, é quando Ele insiste e prova Seu amor por mim.
4. Falando em amor, aprendi que ele não é um sentimento nobre, apenas. É mais do que isso - amar envolve comportamento, conduta, caráter. Amor é ATITUDE!
5. E atitudes são tomadas pensando no bem comum - o que não quero para mim não faço com o outro, seja quem for...
6. Que ouvir o coração é bom, mas ponderar com a razão é sábio.
7. Equilíbrio emocional é a chave para decisões assertivas.
8. Conhecer a mim mesma me livrou de muitas enrascadas.
9. Que a carência e o desespero são as melhores amigas da escolha precipitada.
10. Que não devo trocar o que mais quero no momento pelo que mais quero na vida. Momentos passam, mas a vida continua.
11. Que ser protagonista é melhor do que ser vítima.
12. Que novas lições surgem depois que enxugo as lágrimas. Elas embaçam a visão do aprendizado.
13.
14.
15...

Alguém tem um lenço para me emprestar???

23 de julho de 2011

Comprometido ou envolvido?

 As pessoas querem estar envolvidas, mas não comprometidas. 


Li essa frase outro dia e ela me deu respostas para muitas indagações.

Na área profissional, pra quê se comprometer e correr o risco de não ser valorizado? Pra quê trabalhar dia e noite se o salário no final do mês será o mesmo? Pra quê vestir a camisa se amanhã ou depois posso ser mandado embora? Afinal, ninguém é insubstituível! Mas é bom estar envolvido - pra dizer que tenho um emprego (embora não queira bem o trabalho), porque hoje em dia "você é o que você faz", porque traz dignidade e, claro, porque tenho dinheiro todo mês pra pagar minhas contas. Conclusão: compromisso é para quem ama o que faz. Envolvimento é para quem apenas faz... Pela metade!

Comprometer-se na área pessoal é ainda mais complicado, porque compromisso acaba referindo-se, equivocadamente, à obrigação. E, convenhamos, quem gosta de fazer algo obrigado? Liberdade é a palavra de ordem dessa geração. Livre para ser de quem quiser, para ligar a hora que quiser, para sair e voltar quando quiser, para fazer o que quiser. Envolvimento é liberdade. Compromisso é prisão. Será?

Mais uma vez chego a conclusão de que compromisso é para quem ama. Não amor-sentimento, mas amor-comportamento (atitude). E comportamento é escolha. Você escolhe ser livre ou ser prisioneiro em função da sua visão sobre uma determinada situação. E a sua visão pode estar distorcida.

Estar envolvido é ótimo! Estar comprometido é "pesado" demais! Essa é sua visão. E eu respeito, porque ela carrega sua história de vida (ou suas escolhas passadas). Se está certa ou não, não me atrevo a dizer. Não sou dona da verdade.

O que me atrevo a dizer é: estar envolvido e comprometido, ao mesmo tempo, pode ser melhor ainda, quando as duas visões estão focando na mesma direção, no mesmo alvo. Não importa o retorno que terei, mas o fim que queremos (porque estamos na mesma visão) atingir.

Isso vale tanto para o pessoal, como para o profissional.

Qual é a sua visão?

1 de julho de 2011

Você é mulher pra casar?

Estou lendo o livro Comer, Rezar e Amar, de Elizabeth Gilbert, e esta noite me diverti com o trecho em que a autora conversa com uma moça indiana, a Tulsi:

"Ver os filhos bem casados significa muito para a família (indiana). Tulsi tem uma tia que acaba de raspar a cabeça em sinal de agradecimento porque sua filha mais velha - com a idade jurássica de 28 anos - finalmente se casou. E, além disso, ela era uma moça difícil de casar. Perguntei a Tulsi o que torna uma moça indiana difícil de casar, e ela disse que existem muito motivos. 
- Se ela tiver um mapa astral ruim. Se for velha demais. Se tiver a pele escura demais. Se for instruída demais, e você não conseguir encontrar um homem mais instruído do que ela, e isso é um problema frequente hoje em dia, porque uma mulher não pode ser mais instruída do que o marido. Ou se ela teve um caso e a comunidade inteira sabe, ah, seria muito difícil arrumar um marido depois disso..."
Bom... Se a lista servisse para o Brasil (e tenho lá minhas dúvidas se não...), minhas chances de casar de novo (se eu quisesse...), seriam nulas: já tenho (quase) 33 anos, sou divorciada, o que talvez indique que meu mapa astral não é dos melhores (Câncer com ascendente em Touro... Quem vai enfrentar essa fera!!!), tenho curso superior e vou enfrentar uma Pós-Graduação em breve.

Lendo e aprendendo... Agora, tudo se explica! (risos)

27 de junho de 2011

Você tem medo de quê?

Nessas minhas viagens, e até mesmo aqui na minha cidade, observando o comportamento humano (algo que virou meu hobby), aprendi algo interessante...

É preciso enfrentar nossos medos e conhecer bem nossos limites antes de tomar qualquer decisão. Esconder-se, fugir ou fingir que eles não existem só os fortalece. E lá na frente, quando a decisão foi tomada, e algumas vezes não há como voltar atrás, esses medos ressurgem, maiores, ferozes, querendo o que foi "adormecido" lá atrás. E então, o que fazer com eles?

Medos, inseguranças, falta de posicionamento... Aprender a dar nome a cada um deles (Medo de quê? Insegurança por quê? Não me posiciono no quê?) é ter coragem de ser quem você é.

É o caminho para o amor próprio e, consequentemente, para o amor ao próximo, no sentido real e sublime da palavra.

Isso sim é identidade!
Isso sim é ser HUMANO!